crescimento e desenvolvimento humano

Atual geração de crianças pode viver menos do que seus pais

E-mail Imprimir PDF

Na abertura da primeira reunião da rede mundial contra as doenças não contagiosas, Margaret Chan, diretora-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), afirmou que a atual geração de crianças pode ser a primeira, em muito tempo, cuja expectativa de vida é menor do que a de seus pais.

De acordo com Chan, das 35 milhões de mortes anuais por doenças não contagiosas, cerca de 40% são mortes prematuras causadas por infarto, diabetes e asma. Ela lembrou que a incidência dessas doenças é cada vez maior em jovens e crianças -que atualmente desenvolvem hipertensão e diabetes, doenças comumente associadas ao envelhecimento.

Leia mais...
 

Exercício muda conforme fase da vida da mulher, mostra estudo

E-mail Imprimir PDF
A prática de atividade física depende da fase da vida da mulher. Um estudo australiano, feito na Universidade de Queensland, mostrou que eventos como casamento e aposentadoria têm impacto no nível de exercícios.

Os pesquisadores avaliaram mais de 40 mil mulheres com idades entre 18 e 75 anos, que responderam a um questionário em duas ocasiões com um intervalo de três anos entre elas. O objetivo era monitorar o comportamento em três fases da vida da mulher: juventude, meia idade e velhice.
Leia mais...
 

Prevenção de Alzheimer: um compromisso para a vida toda?

E-mail Imprimir PDF

Estudos recentes, alguns epidemiológicos e outros de investigações em modelos animais da doença de Alzheimer, sugerem que exercícios – físicos e mentais – podem ajudar o cérebro a combater as mudanças patológicas que causam a doença de Alzheimer.
Os cientistas acreditam que a educação pode proteger contra a doença ao aumentar o número e a força das conexões entre neurônios no cérebro, formando uma reserva cognitiva. De acordo com essa teoria, quando a patologia começasse a danificar os neurônios cerebrais, essa reserva teria condições de cobrir as conexões perdidas. Diversos ensaios efetuados em cérebros, após a morte de seus doadores, revelam que pessoas com maior nível educacional e maior freqüência de exercícios mentais, mantém suas atividades cerebrais mais bem preservadas.

Leia mais...
 

Ver TV é hábito que causa mais problemas para crianças

E-mail Imprimir PDF

Hábito crônico de grande parte dos brasileiros, assistir televisão é a atividade sedentária que pode causar mais problemas no coração em futuros adultos. A conclusão faz parte de um estudo feito com crianças americanas e espanholas, que diz que a máquina de entretenimento ainda é uma vilã mais poderosa que video-games e a própria internet.

Para chegar ao resultado - publicado em arquivos de medicina pediátrica e adolescente e divulgado pela revista Time - pesquisadores usaram como parâmetro a pressão sanguínea das crianças, praticando atividades que requerem pouco movimento.

"O comportamento sedentário, especificamente o ato de ver televisão, é relacionado a pressão sanguínea, independentemente do nível de gordura ou peso da pessoa", explica o doutor Joey Eisenmann, um dos autores do estudo e professor da Universidade de Michigan.

Leia mais...
 

Pais omissos geram crescimento da obesidade infantil

E-mail Imprimir PDF
Pesquisa mostra que os adultos sentem culpa na hora de proibir os maus hábitos

Falta pulso firme aos pais na hora de controlar a dieta dos filhos. A conclusão é de um estudo, realizado na Escola de Medicina de Harvard (EUA) , a respeito do crescimento dos casos de obesidade infantil. Após acompanhar a rotina de 440 pais de crianças com sobrepeso ,os médicos descobriram que o problema, na maioria das vezes, não está na falta de informação: os adultos sabem o que prejudica a saúde dos filhos, mas sentem-se inseguros em proibir os maus hábitos.
Leia mais...
 

As mulheres vivem mais, mas não melhor, do que os homens

E-mail Imprimir PDF
Obesidade e artrite

A obesidade e a artrite, que vão se instalando aos poucos ao longo da meia-idade e da velhice, contribuem significativamente para a diminuição na qualidade de vida das mulheres na terceira idade, descobriram pesquisadores da Universidade Duke, (EUA).

Em um estudo que incluiu 5.888 pessoas com mais de 65 anos, as mulheres apresentaram até duas vezes e meia mais debilidades do que os homens com a mesma idade.

As altas taxas de obesidade e artrite entre essas mulheres explicam até 48% da diferença entre os gêneros na qualidade de vida na terceira idade - mais do que todas os problemas crônicos de saúde mais comuns.

Mulheres vivem mais, mas não melhor

"Embora as mulheres tendam a viver mais do que os homens, este estudo mostra que elas estão sob um risco muito maior de viver com condições debilitantes e muito disso é atribuído às altas taxas de obesidade e artrite," explica Heather Whitson, uma das autoras do estudo.

"Isto é importante porque sugere que a tendência das mulheres em se acomodar com os quilinhos extras nos anos de criação dos filhos e da perimenopausa traduzem-se na perda de independência na idade mais avançada," diz Heather.

Além da obesidade e da artrite, o estudo descobriu que as mulheres são mais propensas do que os homens a sofrerem fraturas, problemas de visão e bronquite. Os homens são mais propensos a ter enfisema, doenças coronarianas, derrames, diabetes e problemas de audição.
Leia mais...
 

Música ajuda desenvolvimento de bebês prematuros, diz estudo

E-mail Imprimir PDF
Pesquisa canadense sugere que música reduz dores e estimula alimentação oral.

Uma pesquisa canadense sugere que os hospitais que tocam música para bebês prematuros ajudam no desenvolvimento destas crianças. De acordo com o estudo da Universidade de Alberta, a música pode acalmar os bebês e os pais, além de acelerar o ganho de peso e diminuir o tempo de permanência no hospital.

A música também teria efeitos benéficos em outros aspectos fisiológicos, como o batimento cardíaco e a taxa respiratória. A equipe canadense analisou nove estudos e descobriu que a música também reduz a dor e estimula a alimentação oral.

Leia mais...
 

Consumir água pode diminuir risco de sobrepeso e obesidade infantil

E-mail Imprimir PDF

Em pesquisa, crianças que beberam mais água tiveram 31% menos chance de ter excesso de peso.

Beber água pode ajudar a prevenir o sobrepeso e a obesidade em crianças. Uma pesquisa realizada pelas universidades de Dortmund e de Witten-Herdecke, na Alemanha, e de Londres, no Reino Unido, concluiu que o aumento do consumo de água em escolas diminuiu o risco de excesso de peso.

O estudo foi conduzido em grupos escolares de áreas pobres dos dois países, onde o risco de obesidade é maior, e envolveu 32 grupos escolares de nível elementar, somando 2.950 crianças.

Para promover o consumo, bebedouros foram instalados nas escolas e os professores deram aulas sobre os benefícios da bebida para o organismo. As crianças foram incentivadas com recompensas e brindes como garrafas dágua.

Leia mais...
 

O fenômeno é conhecido como superfecundação heteropaternal

E-mail Imprimir PDF

Segundo informações da rede de TV americana Fox 4 (do dia 12 de maio), Mia Washington, de Dallas, engravidou do namorado James Harrison, e também de um outro homem, cuja identidade não foi revelada.

Intrigada porque os meninos (hoje com 11 meses de idade) estavam crescendo com feições bastante diferentes, a mãe deciciu fazer um exame de DNA para provar a paternidade

Para sua surpresa, o resultado confirmou que os meninos tinham 99,999% de chances de serem filhos de pais diferentes, e 0% de chances de serem filhos do mesmo pai.

Mia Washington então procurou a rede de TV para contar sua história.

Leia mais...