Segunda, 15/08/2011 - 09:19
A evolução humana, de acordo com Picollo (1992), baseia-se fundamentalmente em sua história física e intelectual, passando desde sua forma de sobrevivência e subsistência até sua forma de se locomover. Baseando-se neste processo de evolução, pode-se iniciar uma rápida análise das mudanças e avanços do homem no seu todo. O homem passou por processos evolutivos bem definidos no seu desenvolvimento motor, como o homo erectus, que se locomovia semelhante a um animal quadrúpede, até chegar ao homo sapiens que já possuía quase todas as características do homem atual. Mesmo assim, não se pode afirmar que o homem já tenha alcançado um ápice evolutivo, ao contrário, esta seria apenas mais uma etapa dentro de uma longa e lenta história da evolução humana.
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Terça, 26/01/2010 - 13:06
O movimento além da força Educação física escolar busca integrar-se às outras áreas do saber e fazer com que os alunos não apenas se exercitem, mas adquiram consciência corporal e reflitam sobre suas práticas Nos tempos em que o compositor Noel Rosa perguntava, nos versos de Tarzan (O filho do alfaiate), de 1936, quem havia dito que ele era forte, se nunca praticara esporte, nem conhecia futebol, o imaginário popular tinha bem presente a figura do boêmio de saúde precária, filho da mesma linhagem dos poetas românticos que morriam jovens, muitas vezes tuberculosos. À sua figura se contrapunha a do Tarzan encarnado pelo ator e nadador Johnny Weissmuller em filme do mesmo ano: alto, saudável e forte. Natural que, em tempos de construção da nação, as aulas de educação física tivessem como ideia formar jovens que se aproximassem dessa figura, símbolo de homens e de uma nação pujante.
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Terça, 26/01/2010 - 10:57
Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, o israelense Victor Lavy é um estudioso dos métodos que fazem com que as melhores escolas formem os melhores alunos. Comparando sistemas de todo o mundo, ele chegou a uma conclusão tão importante quanto alarmante: na média, o rendimento de um estudante de um país desenvolvido é duas vezes superior ao de um aluno de uma nação em desenvolvimento - incluindo o Brasil. Na raiz do problema estão a dificuldade em atualização dos sistemas de ensino e o baixo envolvimento dos professores em sala de aula - além do elevado número de faltas dos mestres. Em visita ao Rio, para participar de seminário sobre educação e crescimento econômico, ele repetiu uma observação conhecida: o Brasil tem um longo caminho a seguir para conquistar um ensino de qualidade. E concedeu a seguinte a seguir a VEJA.com.
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Terça, 17/11/2009 - 10:35
Um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente na nova Educação O Twitter é uma ferramenta de microblogging que permite a troca de mensagens, com até 140 caracteres. Provavelmente, você já leu esta definição em dezenas e dezenas de artigos. Muitos deles ensinando como redigir o conteúdo a ser compartilhado; outros questionando as funcionalidades desta rede social. A nova Educação, calcada principalmente nos elementos humanos e na real troca de experiência, exige um planejamento preciso. Dessa forma, um olhar crítico sobre os recursos tecnológicos disponíveis deve ser uma prática permanente. Portanto, entender as funcionalidades e sua essência é requisito básico. Caso contrário, não se tem eficácia. Parece óbvio, mas poucos fazem desta forma!
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Sexta, 11/09/2009 - 14:26
O movimento além da força Educação física escolar busca integrar-se às outras áreas do saber e fazer com que os alunos não apenas se exercitem, mas adquiram consciência corporal e reflitam sobre suas práticas Nos tempos em que o compositor Noel Rosa perguntava, nos versos de Tarzan (O filho do alfaiate), de 1936, quem havia dito que ele era forte, se nunca praticara esporte, nem conhecia futebol, o imaginário popular tinha bem presente a figura do boêmio de saúde precária, filho da mesma linhagem dos poetas românticos que morriam jovens, muitas vezes tuberculosos. À sua figura se contrapunha a do Tarzan encarnado pelo ator e nadador Johnny Weissmuller em filme do mesmo ano: alto, saudável e forte. Natural que, em tempos de construção da nação, as aulas de educação física tivessem como ideia formar jovens que se aproximassem dessa figura, símbolo de homens e de uma nação pujante.
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Sexta, 03/07/2009 - 09:50
A ameaça de afastamento dos educadores físicos da docência escolar motivou as deputadas Terezinha Nunes (PSDB) e Teresa Leitão (PT) a defender a categoria. Ontem, durante a reunião plenária, a tucana destacou a importância da manutenção da disciplina na grade curricular, por desenvolver características motoras, cognitivas, afetivas sociais, além de estimular o hábito da prática esportiva em crianças e adolescentes. Terezinha Nunes informou que o Conselho Federal de Educação Física, com o apoio do Ministério dos Esportes, promove uma mobilização nacional de incentivo à Educação Física e ao esporte escolar. “A disciplina é componente curricular obrigatório no Ensino Básico, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LBD), sendo caracterizada pelo ensino de conceitos, valores e atitudes”, registrou, informando que as escolas públicas e privadas devem assumir o compromisso com esses profissionais e estudantes, no sentido de regularizar o exercício da profissão. O curso superior em Educação Física foi criado há 62 anos. Em Pernambuco, existem 11 faculdades que oferecem a formação, sendo quatro no Interior – Arcoverde, Caruaru, Serra Talhada e Petrolina. “O Governo do Estado e a Prefeitura do Recife, por sua vez, não respeitam as normas federais que regem o exercício profissional. Professores de educação física acumulam aulas em diversas escolas e docentes com licenciaturas diferentes ministram aulas de Educação Física, exemplos das distorções”, lamentou Terezinha. A presidente da Comissão de Educação da Alepe, Teresa Leitão, informou que, no próximo semestre, o colegiado realizará audiência pública sobre o assunto. “A disciplina é fundamental para o desenvolvimento dos estudantes”, pontuou.
Quinta, 02/07/2009 - 13:42
A criança durante toda a sua infância aprende a partir do estudo de material concreto de vivenciar experiências concretas. Como diz Perrenoud, a criança deve vivenciar suas experiências, pois assim, ela será capaz de resolver com competência os problemas que lhe surgirão. E só através de experiências concretas, a criança poderá elaborar seu pensamento. Ao nascer, a criança possuí cem bilhões de neurônios e sendo bem estimulada com afeto, durante a primeira infância, ela terá mais chances de desenvolver sua inteligência. As funções motoras, intelectuais e afetivas estão estimadamente ligadas . Através do seu corpo, a criança vê, percebe tudo que a rodeia e procurar tocar, manifestar suas necessidades, manipular objetos, imitar as pessoas, retribuir um sorriso, dar um feedback. Ela faz a leitura do mundo bem cedo e participa com todos os seus sentidos. ( Platão 1922)
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Terça, 14/04/2009 - 09:07
Além de regras modificadas, deficientes contam com ajuda de colegas. Atividades de inclusão melhoram desempenho em outras disciplinas. Várias escolas no país estão adaptando as aulas de educação física para atender alunos com deficiências físicas. Mônica Guimarães, de 15 anos, participa de atividades e esportes adaptados pela própria professora de educação física, Maria Conceição Moreira Lopes. “Começamos com um trabalho para aprimorar a coordenação motora da Mônica e, em seguida, adaptei algumas regras de esportes que costumamos ensinar para os alunos. O basquete, por exemplo, passou a ser jogado com a bola de vôlei. Já o futsal, que ela adora e pratica com a ajuda de muletas, é jogado com uma bola de borracha, mais leve”, diz Maria Conceição ao G1. A professora conta que levou a turma de Mônica para uma visita à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) para conscientizar os alunos e reduzir o preconceito. “Essa experiência foi fundamental para que eles passassem a integrar Mônica em suas atividades e começassem a ajudá-la não só nas aulas de educação física, mas em outros momentos”, afirma.
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Terça, 14/04/2009 - 09:03
Judô ou natação, balé ou vôlei. Em busca de uma vida mais saudável para seus filhos, os pais se deparam com escolhas desse tipo quando os pequeninos já começam a andar com os próprios pés. Mas dependendo da idade, brincar ainda é a melhor forma de uma criança gastar energia. Renato Romani, professor do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte (Cemaf), da Universidade Federal de São Paulo, diz que até os 6 anos o melhor é deixar a criança brincar livremente. Nesta fase da vida, amarelinha, corda, bambolê e outras atividades lúdicas podem substituir aulas esportivas, desenvolver a coordenação psicomotora infantil e ainda ensinar a criança sobre os limites do próprio corpo. “É importante que ela use os brinquedos, ande, corra, caia, tropece. Assim, vai aprendendo a manter o eixo de equilíbrio do corpo”, diz. Só por volta dos 7 anos é que a criança está pronta para aprender técnicas esportivas. E quem deve escolher o que fazer é ela. Se por um lado o esporte ajuda no desenvolvimento, pode provocar lesões quando mal feito. Aos pais, cabe atenção às reações do filho, como eventuais queixas de dor. “Nesse caso, algo pode estar errado", diz Romani.
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Quarta, 18/03/2009 - 16:57
Aquelas aulas de Educação Física podem não estar sendo suficientes para garantir a saúde do seu filho. Como uma forma de combater as crescentes taxas de obesidade infantil no mundo, especialistas alertaram para a necessidade de intensificar os exercícios na escola. Entre as soluções apresentadas, está a de levar os halteres para a classe.
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